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	<title>Coisas do Amor</title>
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		<title>Diamante ou Café na Cama?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã ouvi de uma amiga que um diamante ou um café na cama têm, para as mulheres, o mesmo peso… O carinho, a atitude, o amor em cada e em todos os momentos fazem toda a diferença. Então, fica aqui um convite à reflexão aos homens… Nem sempre o que queremos está ligado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pela manhã ouvi de uma amiga que um diamante ou um café na cama têm, para as mulheres, o mesmo peso… O carinho, a atitude, o amor em cada e em todos os momentos fazem toda a diferença.</p>
<p><a href="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/shopping.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1474" title="shopping" src="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/shopping-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Então, fica aqui um convite à reflexão aos homens… Nem sempre o que queremos está ligado a bens materiais, a dinheiro, a posse. Na grande maioria das vezes, só o que basta é um olhar, um tempo, uma palavra.</p>
<p>É, nós mulheres – diria uma boa parcela de nós – somos movidas a emoção. Somos totalmente coração. Queremos acreditar no outro, no amor, na relação – mesmo que de um jeito meio atabalhoado, ainda assim, queremos acreditar. Queremos amar e ser amadas. Queremos contar. Fazer diferença. Queremos ser a NÚMERO 1 – aquela!  A escolhida, a que conta.</p>
<p>Então – DIA DOS NAMORADOS, 1º ANO DA RELAÇÃO, ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO, etc, etc, têm o mesmo peso para homens e mulheres? NÃO! Lembre-se: o que nos faz mover nem sempre tem lógica…</p>
<p>Então, precisamos ser premiadas todo o tempo para entender o amor do outro? Talvez! Adoramos ser cortejadas, reconhecidas, gostamos de ser mimadas, acalentadas. Queremos ser mais, melhor. Queremos que o outro nos faça sentir essa preferência, essa consideração.<br />
Devemos ou não celebrar todas essas datas? Talvez sim! Talvez para algumas relações esse ainda seja o indicador de que tudo vai bem… Que um se preocupa e quer encantar o outro durante uma vida…</p>
<p>Você já viu uma criança que ganha um doce? É o mesmo! Queremos ser lembradas, queremos ser reconhecidas, queremos – em alguns momentos – medalha. Veja bem: em alguns momentos! Até porque viver essa loucura todo o tempo mata! Cansa! Desanima…</p>
<p>Esse bem querer, essa ternura, esse amor  precisa durar para sempre? Não. Senão fica tudo muito pesado. Ao final, o SEMPRE SEMPRE ACABA… Então, o que importa é o conjunto de atitudes, os detalhes, o dia-a-dia – é isso que faz a relação… A relação que floresce, cresce, rejuvenesce… O tempo que vai durar? Bem, isso é conseqüência.</p>
<p>A principal regra disso tudo é saber que primeiro SOMOS DIFERENTES! HOMENS E MULHERES. Agimos e pensamos de forma diferente. Amamos – de formas distintas. Isso é normal e diria até complementar.</p>
<p>A questão é que, se percebemos isso como uma possibilidade de crescimento ,ok – está tudo bem. Se não entendemos essa questão, vamos passar a vida numa competição a dois – que não leva a lugar nenhum.</p>
<p>A pergunta aqui é qual a intenção?</p>
<p>Estamos fazendo porque nos dá prazer? Fazemos porque é bom dar prazer para o outro? Estamos preocupados no que o outro vai pensar de nós? Fazemos porque todos fazem iguais? Agimos como se espera de um ou outro? O que queremos? O que precisamos? Que intenção colocamos nas nossas atitudes? Amor? Guerra? Paz? Competição? Cooperação? Qual será  a escolha?</p>
<p>Isso faz toda a diferença… Se estivermos com o outro para provar algo a nós ou ao mundo que podemos, problema à vista… Não precisamos provar nada para ninguém. Não precisamos de nenhum outro para ser melhor. Não precisamos sair por aí desfilando com um anel novo depois do Dia dos Namorados ou do nosso aniversário para saber que somos amadas.</p>
<p>De verdade não precisamos de muito para saber se o outro está ou não conosco. Se estamos ou não com o outro… A vida, a relação, as jóias, os presentes – tudo passa. O que fica, o que levamos conosco, é mesmo o que sentimos e vivemos. E isso tudo – vale fixar – não tem preço.<br />
Não estamos à venda, o outro não está à venda. Uma relação com base no QUAL É O SEU PREÇO tem um custo altíssimo… Fica por isso aqui o convite: se quiser fazer algo para o seu bem amado faça por que te faz bem. Receba por que é bom.</p>
<p>No mais, viva a vida. Seja feliz. Faça o outro feliz. Escolhas, sempre escolhas.</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a></p>
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		<title>Casar é a solução.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes me pergunto por que passamos parte da nossa vida fazendo tudo às pressas, tudo correndo... Outras, quero compreender por que nos permitimos, por exemplo, gastar nosso tempo, nossa vida com coisas que não têm solução, não fazem sentido. A vida é rara, as relações um presente divino. Então, fica a questão: porque não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes me pergunto por que passamos parte da nossa vida fazendo tudo às pressas, tudo correndo... Outras, quero compreender por que nos permitimos, por exemplo, gastar nosso tempo, nossa vida com coisas que não têm solução, não fazem sentido.</p>
<p>A vida é rara, as relações um presente divino. Então, fica a questão: porque não conseguimos viver o que estamos vivendo? Porque deixamos tudo explodir para consagrar nosso sentimento de vítimas? Muitos vão responder: “Não dá tempo! Tenho muito a fazer!”. Eles fogem do que poderia ser uma aventura: simplesmente viver.</p>
<p>Ficam até tarde no que chamam de trabalho. Empregam a maior parte da vida tentando solucionar o que não tem solução. Nesse sentido, não é a questão do quanto trabalham e sim do como trabalham. Estão todos anestesiados. Vivem com uma visão deturpada e quase sempre se pensam “casados” com a empresa. Enfim, isso não existe.</p>
<p>O que é real são pessoas acordadas, comprometidas com sua eficácia, seu sucesso, sua presença... O resto... O resto é bobagem. Assim também acontece nas relações. Queremos viver tudo de uma única vez, numa única noite, numa única comemoração?!</p>
<p>Talvez por isso vamos encontrar tantos amigos frustrados, revoltados, chateados com seu parceiro, com a vida, com o relacionamento...</p>
<p>Um amigo, outro dia, estava descrente de tudo. Havia passado meses programando a festa de aniversário de dez anos de casamento. Fez tudo – ou melhor – fez muito mais do que deveria para que desse certo... E para que tudo saísse bem, acabou por ficar seis meses ausente da relação e ocupado demais com a comemoração... O problema é que quando o grande dia chegou nada foi como havia planejado... Suas expectativas estavam muito além do possível e sua parceira ainda magoada com o descaso dos meses anteriores</p>
<p>Estar casado é mais que uma sucessão de eventos. Demanda presença, cuidado, aliança. E, infelizmente, a urgência cega. Muitos se casam sem saber exatamente o significado da decisão, da escolha . Precisam resolver um algo que , na maioria das vezes , não tem nada a ver como parceiro.</p>
<p>Decidem e vão para o altar – sem nem mesmo ter estressado a discussão sobre as coisas que contam.: Vão ter filhos, isto é querem ter filhos? Vão trabalhar – ambos? Como serão rateadas as despesas? Os amigos comuns e os amigos pessoais cabem na relação? A casa – como será, quem cuidará das tarefas do dia-a-dia? Quem se encarregará das contas, do cachorro, do gato? E quando as crianças chegarem – quem fará o quê? Estarão preparados?</p>
<p>De fato, nunca vamos estar totalmente prontos para uma relação – seja profissional, pessoal ou familiar. Mas não podemos perder de vista que as relações estão lá para nos tornarmos melhores e não piores. Tudo o que se relaciona a uma união – quer dizer a uma escolha, a um compromisso, ao respeito por si mesmo e pelo outro, precisa ser para o que é verdadeiro e bom.</p>
<p>A arte de amar, relacionar-se, comprometer-se, envolver-se com outro não deve ter um peso maior que a vida ou a evolução do ser. A vida é para ser vivida. É nossa para fazermos tudo de bom, de belo e verdadeiro. Os outros, o planeta, as relações ficarão sempre mais possíveis quando isso for claro.</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em> </em><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a></p>
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		<title>Você se permite correr riscos?</title>
		<link>http://www.coisasdoamor.com.br/2012/05/1468-voce-se-permite-correr-riscos-sandra-maia/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual a escolha de hoje? Parar, reclamar, criticar ou, dar-se a oportunidade de correr riscos, experimentar, aprender? A escolha, a responsabilidade, a decisão é sempre nossa e, assim também, tudo o que incluímos em nossas vidas, é também da nossa alçada. Por isso, fica aqui o convite para hoje, o que estamos fazendo com nossas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a escolha de hoje?</p>
<p>Parar, reclamar, criticar ou, dar-se a oportunidade de correr riscos, experimentar, aprender?</p>
<p>A escolha, a responsabilidade, a decisão é sempre nossa e, assim também, tudo o que incluímos em nossas vidas, é também da nossa alçada.</p>
<p>Por isso, fica aqui o convite para hoje, o que estamos fazendo com nossas vidas? O que estamos fazendo com nossas relações? Por que não correr riscos? Por que não fazer tudo melhor, diferente? Por que não ousar?</p>
<p>Não qualquer risco, não qualquer ousadia, não qualquer coisa... Mas, como fazem os empreendedores, correr riscos calculados. Riscos que valem a pena ser experimentados.</p>
<p>Não precisamos, nesse sentido, fazer nada que vá contra nossos valores, ao contrário, podemos escolher o que faz bem. O que nos faz mais e melhores. Nesse sentido, correr riscos pode ser uma opção, uma escolha.</p>
<p>Que tal? Vamos fazer diferente?</p>
<p>Surpreender, encantar, enamorar-se de novo?</p>
<p>Boa semana!</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em> </em><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a></p>
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		<title>Olhando para o umbigo&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 14:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se por um lado está claro que, as respostas, estão todas dentro de nós, é complexo compreender como se formam as crenças, as escolhas, as decisões que trazemos da percepção de quando éramos crianças. Além disso, levar todo nosso foco e energia para entender só o que vai dentro, sem nos dar conta, do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se por um lado está claro que, as respostas, estão todas dentro de nós, é complexo compreender como se formam as crenças, as escolhas, as decisões que trazemos da percepção de quando éramos crianças. Além disso, levar todo nosso foco e energia para entender só o que vai dentro, sem nos dar conta, do que acontece no entorno, no mínimo, complicado.  Adianta ficar como um avestruz mergulhado nos próprios problemas, tentando encontrar respostas, se do lado externo o mundo é movimento? Será isso viver? Será isso relacionar-se?</p>
<p>Estar com outro sem estar. Fazer-se disponível sem estar desocupado. Escolher outro – em uma situação ainda mais assustadora: indisponível de coração, corpo, alma e mente… Será isso uma relação? Uma possibilidade? Até quando vamos nos permitir viver na mentira? Agindo de um modo completamente distinto daquele que vai dentro. Como viver dessa maneira – inconseqüente, inconsistente?</p>
<p>Essa semana, assistindo a uma novela,  a cena era a mesma que já assistimos ou vivemos milhares de vezes… A “mocinha”, indignada com o não do “mocinho”, mas ambos em uma agenda completamente oculta, escondidos no seu próprio “mundinho”. Ambos na relação desempenhando papéis, interpretando o papel que já conheciam – quer dizer, que já sabiam fácil repetir, fácil como agir, quase como um “muppet” de um inconsciente conturbado.</p>
<p>Destino? Não tem mesmo como ser diferente. Então, aceitam sua neurose e se acalentam na dor, no prazer negativo, no que conhecem. Resignados. Intocáveis. Impostores. Na cena fica fácil ver – basta o outro virar as costas para o choro aparecer – indomável, incurável, insuportável… É, meus caros, é! Também acontece conosco. Bancamos os fortes, os durões, os poderosos e, por dentro, estamos estraçalhados. Dá para viver? Difícil…</p>
<p>Pois é. Isso é a realidade de muitos. Mais do que você possa sequer imaginar, no dia a dia – quando nos distraímos, ou melhor, quando ligamos o piloto automático – fazemos exatamente isso. Deixamo-nos levar por um sorriso, uma possibilidade, uma ilusão, um medo da solidão e pronto lá vamos nós entrando em outra “roubada”.</p>
<p>Assim como você, por vezes, também sinto na pele essa questão. Também tenho questões a resolver. Também tenho respostas a dar a mim mesma. O problema é que a vida não pára enquanto estamos nesse processo. A vida – ao contrário – parece que anda mais e mais depressa.</p>
<p>Enfim, toda essa argumentação me fez lembrar uma situação que poderia ter um desfecho diferente se tivesse tempo para pensar, parar, refletir, olhar, entender – o que estava vivendo naquele PRESENTE! O que meu coração gritava enquanto calmamente eu dizia OK QUERIDO. TUDO BEM. AGENDAMOS OUTRO ENCONTRO…</p>
<p>Como muitos, me deixei encantar por um único atalho – aquele que me levava diretamente para dentro ,  enquanto usava a relação como mera experiência para encontrar a saída. Resultado: na relação não consegui ser forte o bastante para me mostrar como sou – INTENSA, ÍNTEGRA, INTEIRA e, naquela situação, totalmente magoada com a falta de respeito e afeto do outro, me perdi.</p>
<p>A lição, bem, a lição vem com o tempo e, por vezes de onde menos esperamos. Uma amiga, na ocasião, me fez ver que o fato de não falar a verdade, de não demonstrar meus sentimentos naquele momento me fazia fútil, leviana. Fazia da relação não uma possibilidade – uma brincadeira.   E é fato que uma relação não precisa ser pesada, carregada, complicada.</p>
<p>Podemos dar a entender que se não estamos nem aí e que o outro não significa nada – nem tampouco a relação. Então, qualquer coisa será bem-vinda. Ou seja, pela lei do efeito contrário, atraímos exatamente o que não queremos. Ficar sem o outro, ficar sem a relação, carregar uma imagem que verdadeiramente não está nem perto da nossa essência… Afinal, nos desrespeitamos e nos abandonamos muito antes do outro…</p>
<p>Por isso, fica aqui um convite: olhar para dentro é essencial. Mas vale muito mais quando conseguimos externar o que estamos sentindo de fato. Olhamos, compreendemos, aceitamos e nos posicionamos. Quando conseguimos por para fora o que está dentro – seja raiva, medo, mágoa, amor, alegria, tristeza, seja que sentimento for, nos fazemos humanos e, sim, imperfeitos.  Tornamos-nos desmascarados, mais possíveis. Mais vulneráveis. Mais aceitáveis e, porque não dizer, amáveis…</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a><em> </em></p>
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		<title>Gentileza é bom demais!</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 14:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor e relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, o tema da reflexão é algo que me encanta… Quero falar sobre a diferença de comportamento entre homens e mulheres – modernos e antigos. Vamos pensar em modernos como sendo aqueles que vivem na época atual. São evolucionistas, progressistas, inquietos. E antigos, aqueles que vivem como outros que existiram em tempos precedentes ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana, o tema da reflexão é algo que me encanta… Quero falar sobre a diferença de comportamento entre homens e mulheres – modernos e antigos.</p>
<p>Vamos pensar em modernos como sendo aqueles que vivem na época atual. São evolucionistas, progressistas, inquietos. E antigos, aqueles que vivem como outros que existiram em tempos precedentes ao nosso. São tradicionalistas, apegados, temem a mudança.</p>
<p>Ser moderno é no mínimo difícil diria. Primeiro porque deveríamos ver e viver as relações de forma leve, descontraída – com a sabedoria dos que já viveram, amadureceram e sabem o valor de cada escolha. O problema é: como ter uma atitude moderna numa sociedade que pensa às antigas?</p>
<p>Como ser moderno se o que se espera de cada um de nós é tudo o que qualquer sociedade, com suas regras e leis, determina como direitos e deveres? Como ser moderno se adoramos gentilezas tradicionais?</p>
<p>As mulheres querem  um homem atual,  mas com um pouco de romantismo. Valorizam as gentilezas, a delicadeza, o carinho, a atitude… E na relação? O que querem afinal? Aquele que liga a cada mês só para dar uma atualizada ou aquele que envia mimos e se compromete todo o tempo?</p>
<p>Essa escolha parece fácil mas não é! No mundo atual temos pressa, não temos tempo. Queremos atenção, mas se ela vêm alem da dose  para o que entendemos como certo não agüentamos. Queremos o outro – mas queremos que seja do nosso jeitão. Às vezes não respeitamos. Atropelamos, passamos por cima de tudo o que poderia ser uma história.</p>
<p>Nesses nossos tempos “modernos” a comunicação acaba sendo uma armadilha… Celular, SMS, e-mails, Facebook, Orkut, Twiter, telefone, Skype etc, etc… ou seja, invadimos e somos invadidos todo o tempo. Queremos tudo do outro – ou não queremos nada.</p>
<p>Esperamos que o outro – como um Don Juan – nos conquiste a cada segundo, a cada minuto… E, nos esquecemos que nem mesmo Don Juan daria conta de tamanha disponibilidade, de tamanha liberdade de entrar e sair da vida de um outro a qualquer momento do dia ou da noite…</p>
<p>É, meus caros, ser moderno dá trabalho. É preciso estar disponível para tudo e todos a toda hora, aqui e agora… E, então, eis a escolha: como trocar todas essas possibilidades pela companhia de um único amor? Será isso possível? Será possível viver uma história de amor nesse mundo  virtual? Será que o outro agüentaria – ou melhor estaria também disponível – para viver uma “loucura”? Para esquecer de pensar se está sendo antigo ou moderno?</p>
<p>A questão que fica e não quer calar é: viver nessa roda viva – 24 horas sobre 24 horas – com o outro, em qualquer desses meios de comunicação ou ao vivo e em cores, nos tira da possibilidade de amadurecer. Crescer. Evoluir…</p>
<p>É claro que o outro nos ajuda nessa missão. Mas não deveria ser o foco em si. Enquanto estamos por aí, esperando o telefone tocar, o SMS chegar, o e-mail abrir, o Twiter seguir, etc, etc… A vida passa…</p>
<p>Outro dia, escutei uma historia horrível… O namorado que obrigava a namorada a enviar as fotos de onde estava para que ele pudesse ter a certeza de que ela falava a verdade… Intimidade? Não, controle, posse, qualquer coisa que não é uma relação de amor…</p>
<p>Por isso tudo, às vezes acredito que em tempos antigos a vida passava num outro ritmo. A ansiedade era diferente. O controle não tão presente. As relações tinham como base o compromisso, a escolha. E não a falta de controle, a inexistência da auto-estima, a falta do que fazer – ou melhor, o desamor pelo sonho, por si mesmo…</p>
<p>O homem moderno, ao que parece, perdeu a conexão interna. A conexão deixou de existir… E, como vivemos assim, “isolados”, a busca pelo outro se torna frenética ao invés de prazeirosa, cheia de momentos felizes de gentilezas e elegância…</p>
<p>Relacionamento, afinal, demanda troca. E isso quer dizer a existência de dois seres íntegros. Livres. Completos… Modernos ou antigos – mas envolvidos. Dá para mudar? Uma boa forma seria exercer o auto-controle e não o controlar o outro… Saber o que vai dentro, o que precisamos e não se perder tentando entender o que vai dentro do outro, o que este gostaria. Escolhas, sempre escolhas…</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a><em> </em></p>
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		<title>Mães: é proibido desperdiçar tempo! (por Rosangela Manteigas)</title>
		<link>http://www.coisasdoamor.com.br/2012/05/maes-e-proibido-desperdicar-tempo-por-rosangela-manteigas/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 19:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[convidados]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores experiências de Amor que conheço e vivenciada em um tempo de crise e especialmente em um tempo da doença, principalmente se neste cenário nos deparamos com uma palavra que ainda mesmo depois de tanto avanços na Medicina é devastadora “Câncer.” Por outro lado podemos entender que a existência de uma situação tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores experiências de Amor que conheço e vivenciada em um tempo de crise e especialmente em um tempo da doença, principalmente se neste cenário nos deparamos com uma palavra que ainda mesmo depois de tanto avanços na Medicina é devastadora “Câncer.” Por outro lado podemos entender que a existência de uma situação tão difícil permite que nos deixemos levar pela sensibilidade e pelo Amor, aí nos deparamos com uma doença que nos leva a pensar em Coisas do Amor.</p>
<p><a href="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/P-oração.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1461" title="P - oração" src="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/P-oração-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>O trabalho interior do ser nesta nova condição de vida começa pela sua difícil fase da aceitação de que inesperadamente tudo mudará, terá continuamente um tempo permeado pelas incertezas inerentes à doença e à necessidade de afastar a ideia de morte.</p>
<p>Descobrir-se mãe de uma criança com câncer é viver o tempo do diagnóstico, da aceitação, das dúvidas, da dor, das incertezas, da culpa e acima de tudo da vontade de vencer; vivenciando uma mudança inesperada e deparando-se com a ameaça que a doença representa para a vida do filho e para toda sua família.</p>
<p>Apesar disso, a mãe busca forças para recuperar o equilíbrio, para dar início à difícil trajetória e com isso novamente se adaptar as conseqüências. Muitas das vezes se afastar do marido, de outros filhos, dos amigos, da carreira e dedicar sua Vida para salvar outra Vida. Podemos entender isso como Coisas do Amor?</p>
<p>Sempre penso que o Câncer é uma doença da Família e não só do doente, claro ele sentirá todas as dores físicas, as limitações, mas acompanhar a dor é muito mais dolorido. A dor de quem acompanha é um sentimento que não há como remediar.</p>
<p>Neste momento, nos deparamos com uma forma de Amar, onde de um lado o Amor é tão grande a ponto de ser ilimitado e de outro lado o abandono, como entender este Amor, que em um lado está em abundancia e em outra abandona.</p>
<p>Entender a dedicação de uma mulher ao deixar suas Paixões e descobrir-se mãe de uma criança com câncer é não querer perder tempo, é descobrir a existência de dons divinos, revelando á necessidade de agir rápido a fim de afastar a possibilidade de perder sua criança.</p>
<p>É também vivenciar a incerteza de um tratamento, a aspereza de alguns médicos, não por que são asperos, mas também para se resguardarem de sentimentos e sofrimentos. Tantas dúvidas  sobre como agir e cuidar do filho e do próprio futuro da criança e de sua família. Só lhe restara a FÉ e a Aceitação, utilizando às habilidades das mulheres que é a adaptar-se, aceitar e seguir em frente, entender cada momento e se preparar para a grande jornada neste tempo de descoberta. A aceitação , Fé e Perseverança serão palavras que nortearam e ajudaram a adaptação da nova jornada.</p>
<p>Cada dia é uma conquista e todos dos dias são agradecidos, aí novamente pensamos novamente são Coisas do Amor! Agradecer por um dia em que nem por sonho gostaríamos de estar. Certamente “São Coisas do Amor.”</p>
<p>Muitas e muitas crianças hoje estão curadas Graças á Deus e outras infelizmente não conseguem, mas aí humanamente não há explicações.</p>
<p>Durante estes anos que acompanho mães e filhos , as frases que ouvi me deram forças para continuar em busca de apoio de crianças, jovens e familiares que passam por este caminho.</p>
<p><em>... viver o tempo da doença é um tempo de arriscar tudo. (Jovem de 15 anos).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>... eu procuro assim, eu sou uma pessoa muito positiva, sempre pensando o </em></p>
<p><em>melhor, sempre pensando que vai dar tudo certo. Não vou dizer que é fácil, não </em></p>
<p><em>é fácil. Mas a luta é grande, a gente tem que estar sempre com força, até para dar </em></p>
<p><em>força pra ele, porque ele precisa. (mãe)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Decidi que este é o tempo do meu filho e estarei com ele, sentirei cada respiração dele, etarei pronta para entende-lo pelo olhar. Lutar pelo meu filho movida por amor. Viver um tempo de luta pela vida. Vou lutar pela vida do meu filho, não contra o câncer. Quando as mãos se unem a dor diminui. Preciso de amigos, de anjos que estão aqui na terra. (mãe)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>... podem cortar nossos cabelos também, e ficaremos todos lindos sem cabelos (irmãos e Pais de menina de 18 anos).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>... a dor é tão grade que falta ar, mas nos leva adiante. Aprendi que a dor é combustível para seguir em frente. (jovem de 19 anos)</em></p>
<p>Muitas vezes nos deparamos com nossas agonias e fantasmas, mas esquecemos que nosso tempo é limitado e perdemos minutos preciosos com situações desnecessárias. Seria tão fácil se pudéssemos estabelecer regras onde desperdiçar tempo de nossas vidas fosse proibido. Mas, não conseguimos fazer isso, ou seja, infelizmente, estamos constantemente em busca de situações que nos fazem desperdiçar aquilo que é mais importante Paz e Amor que se resume em estar diante da FELICIDADE.</p>
<p>Demagogia? Utopia? Posso dizer que não são apenas palavras de quem já perdeu muitos minutos com coisas banais. Olhar para tudo isso e escolher mudar é também Amor!</p>
<p>Rosangela Manteigas, mãe.</p>
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		<title>Felizes para sempre, sempre existe!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[amar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[diferente]]></category>
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		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relação saudável]]></category>
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		<description><![CDATA[Felizes para sempre existe! E tem como base o amor e, uma decisão diária! Qualquer relação passa por altos e baixos e isso faz parte. Afinal todos somos humanos e, enquanto tal, erramos, acertamos, ganhamos e perdemos… Até aí tudo bem… Compreendemos que há percalços, que o felizes para sempre, deva ser construído, entendemos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Felizes para sempre existe! E tem como base o amor e, uma decisão diária!</p>
<p><a href="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/FAZER-JUNTO.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1453" title="FAZER JUNTO" src="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/FAZER-JUNTO-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Qualquer relação passa por altos e baixos e isso faz parte. Afinal todos somos humanos e, enquanto tal, erramos, acertamos, ganhamos e perdemos… Até aí tudo bem… Compreendemos que há percalços, que o felizes para sempre, deva ser construído, entendemos o amor como um sentimento que evolui.</p>
<p>Logo, se a sua relação ainda não está como você quer, o convite aqui é:  olhe para dentro. Olhe para o quanto contribui para que tudo se encaixe, para que tudo tenha um toque amoroso cheio de generosidade.</p>
<p>Depois, mãos a obra. Qual a sua parte?</p>
<p>O que você pode fazer?</p>
<p>Onde pode mudar?</p>
<p>O que pode de fato construir de maneira diferente?</p>
<p>Não vale nesse momento - pensar em no que o outro poderia mudar ou ser melhor. O convite é para você!</p>
<p>A mudança, geralmente é simultânea. Logo, se mudamos, o outro tende também a mudar.</p>
<p>Então, de novo, o que você faria se pudesse começar de novo? Como amaria? Lembre-se, a questão não é quantidade e sim qualidade.</p>
<p>Como amaria o outro de forma a compreender as diferenças, as limitações, suas questões internas? Ao mesmo tempo em que - respeita seus limites, seus erros e acertos...</p>
<p>Como gostaria de ser amada de volta?</p>
<p>Pense, repense, respire e inspire. Você vai encontrar um caminho.</p>
<p>Boa semana!</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a><em> </em></p>
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		<title>Melhor falar a verdade!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[mentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre e em todos os casos, melhor falar a verdade. Viver no positivo. Viver com o que é bom, belo e verdadeiro. Afinal, não existe mentirinha. Toda mentira tem um viés negativo. Uma mentirinha pode machucar a relação. E como isso acontece? Bem, imagine que você adora dançar, beber, rir, brincar e, por uma dessas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre e em todos os casos, melhor falar a verdade. Viver no positivo. Viver com o que é bom, belo e verdadeiro.</p>
<p>Afinal, não existe mentirinha. Toda mentira tem um viés negativo.</p>
<p><a href="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/P-now-what-p.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1451" title="P - now what - p" src="http://www.coisasdoamor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/P-now-what-p-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Uma mentirinha pode machucar a relação.</p>
<p>E como isso acontece? Bem, imagine que você adora dançar, beber, rir, brincar e, por uma dessas peças do destino, acaba por se envolver com um outro que é retraído, não entra numa pista de dança nem amarrado, não bebe, não ri e entende que brincar é para bobos.</p>
<p>Tudo poderia correr bem se ambos fossem honestos o suficiente para compreender que a união não deveria acabar nunca com a individualidade, o sonho, as diferenças. É esse conjunto que nos faz quem somos... É por esse ser – completo e distinto – que nos apaixonamos.</p>
<p>Um é vinho, outro é água. Até aqui tudo bem. São diferentes e esse não é o tema da reflexão. O tema é a mentira. O que é mais descontraído,de repente, adota uma postura mega, ultra-fechada, e passa a viver um mundo que não é seu. Para conquistar seu par, diz que odeia dançar, que nunca bebe, vive sério(a) e não faz brincadeiras nem por decreto. Ou seja: mente, transmuta-se, cria um personagem.</p>
<p>Exagerado?</p>
<p>Conheço inúmeras pessoas que partem para uma relação para encantar o outro custe o que custar. De fato quase se transforma no outro. A relação tem dia e hora para explodir. Sim, porque ninguém agüenta mentir por tanto tempo e um dia a casa cai.</p>
<p>Dois enganados. Dois com problema. Um porque achou ter encontrado seu par verdadeiro e convive com um ATOR, uma ATRIZ. O outro porque, apesar de ter feito tudo para conquistar – e pode até mesmo ter conquistado –, não consegue se manter no PAPEL, vivendo todo o tempo no palco...</p>
<p>Depois, tem mais: toda mentira gera culpa, medo e ressentimento. Ataca a auto-estima, nos coloca numa posição defensiva perante o outro, os outros, o meio. Faz-nos encolher em cada ação visando não chamar a atenção, não ser descoberto.</p>
<p>E, de repente, o que fazemos? Traímos!  Traímos o outro para compensar a traição primeira que fizemos conosco. Abrir mão do que gostamos e não conseguir o desejado: a relação. Daí para criar uma vida paralela é um passo...</p>
<p>Saímos para dançar, beber, rir e nos divertir e, mais dia menos dia, nos damos conta de que é disso que gostamos. Amamos o outro mas não sustentamos não viver nossa verdade. Então, vivemos fragmentados – um pedaço em cada canto... Um pedaço em cada cenário. Um personagem para cada situação.</p>
<p>Complexo? É, complexo mesmo. Então, qualquer mentirinha mata? Mata!</p>
<p>Qualquer mentirinha pode se transformar num problemão, principalmente se não conseguimos dar manutenção a qualquer imagem que não é nossa imagem. Morremos e  matamos a relação, nos desapontamos, decepcionamos o outro...<br />
Muito além</p>
<p>Parece simples sair de uma situação dessas, mas saiba: não é! A mentira ganha corpo e  pergunta que não quer calar é: porque não falar a verdade, desde o início? Por que não parar de mentir? Diria a você que teria de escrever um outro artigo – só para discutir ego, vaidade, paixão, medo, ilusão...</p>
<p>Todas essas questões estão interligadas. Fazem-nos tentar ser o que não somos. Fazem-nos perder o senso de realidade, de autopercepção... Uma mentira pode impactar a relação? Totalmente. Não há como não julgar o outro quando mentimos – fazemos deste um imbecil. Imaginamos que "não, ele(a) não vai entender, não tem maturidade, não consegue nos alcançar, não vai realizar..."</p>
<p>Isto é, quando mentimos, além de não garantir o que somos – pois quem mente deve ter problemas de auto-estima –, ainda subestimamos os sentimentos do outro.</p>
<p>Só dá para parar de agir assim se estivermos presentes. Atentos. Inteiros. Íntegros. Se tivermos boa vontade. Sonhos. Se tivermos muito bem trabalhada a auto-estima. Sabedores de quão únicos somos, de que o outro merece nosso respeito, fica mais fácil nos aceitar e, então nos mostrar exatamente VERDADEIROS...</p>
<p>As relações pautadas na verdade, no amor e na beleza têm mais probabilidade de prosperar. Isso é regra? Não, não há regras quando o assunto é amor, guerra ou paz...</p>
<p>Sanda Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.</p>
<p>Mais informações sobre a autora no <a href="http://www.sandramaia.com">www.sandramaia.com</a></p>
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		<title>Estamos todos conectados&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
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		<category><![CDATA[ser]]></category>
		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantendo a Conexão Como diz Leonardo da Vinci, não basta estar perto, é preciso estar dentro... Quando estamos conectados com o outro tudo fica mais fácil. Não precisamos que este nos ligue a cada cinco minutos, não precisamos ter a todo momento renovadas as juras de amor, não nos sentimos inseguros, não desconfiamos. Ou seja: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mantendo a Conexão</p>
<p>Como diz Leonardo da Vinci, não basta estar perto, é preciso estar dentro... Quando estamos conectados com o outro tudo fica mais fácil. Não precisamos que este nos ligue a cada cinco minutos, não precisamos ter a todo momento renovadas as juras de amor, não nos sentimos inseguros, não desconfiamos. Ou seja: sabemos que, de um lado e de outro, o que move a relação é uma escolha.</p>
<p>Fácil? Não! Não é fácil viver dessa forma. Até porque, por vezes, não nos conectamos conosco – não sabemos o que queremos e podemos. Não sabemos sequer o que precisamos… E, então, ficamos por aí, meio que flutuando. Sem chão, sem base, sem o outro.</p>
<p>E, se não estamos conectados conosco, como então imaginar que poderemos nos conectar com outro? Não podemos. Para uma relação saudável é sempre preciso dois inteiros. Dois que se encontraram e que estão prontos para encontrar outro.</p>
<p>Não dá para compreender que possamos viver uma vida sem saber quem somos. Mas acontece. Acontece nos filmes, nas novelas, nas histórias, acontece na vida. E, quando nos sentimos incompletos, inseguros impotentes para fazer da vida um lugar que possamos chamar de nosso, pobre do outro… Não há nada que este possa fazer para nos convencer do contrário. Entender que está conosco. Que também nos escolhe. Que nos ama! Que somos passíveis de receber amor – sim podemos receber!</p>
<p>Não enxergamos essa possibilidade e, então, nos perdemos.</p>
<p>Ou seja, passamos a maior parte do tempo nos abandonando, nos deixando de lado e, na contrapartida, testando o outro e a relação. Resultado: conseguimos o que mais tememos – o FIM.  O fim da relação, da conexão, do amor, de qualquer possibilidade de vida a dois.</p>
<p>Fazemos isso de propósito? Talvez sim, talvez não… O medo da relação – inconsciente – pode nos colocar numa situação dessas. Deixamo-nos agir com o piloto automático ligado. Fantasiamos! Deixamos nossos devaneios, nossos pensamentos, à frente da nossa razão, da nossa emoção e bingo: colocamos tudo a perder.</p>
<p>Logo, quanto mais conscientes, mais possível viver a vida, a relação.</p>
<p>A base? A leveza. Tudo cor-de-rosa, fácil, simples!</p>
<p>Imagine uma relação que o outro diz “meu bem,  hoje vou trabalhar até tarde” e você pudesse responder com todo o amor: “Fique tranqüilo, faça o que precisa ser feito. Teremos outros momentos…” Possível?</p>
<p>Buscar a conexão interna e o amor que une, nesse sentido, é a base. A base para estar saudável e viver relações saudáveis. A conexão com o outro – e não com uma cara bonita, mas com outro ser – virá a reboque… Escolhas, sempre escolhas…</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a></p>
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		<title>Como escolhemos? Como decidimos?</title>
		<link>http://www.coisasdoamor.com.br/2012/05/como-escolher-decidir-amar-por-sandra-maia/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor e relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que temos de colocar tudo num único balde e jogar fora... Por instantes, mudamos nossa vida. Aquilo tudo que era bonito, bom, belo, verdadeiro passa a ser terrível, falso, ilusório. Jogamos tudo fora - como dizia uma grande amiga - jogamos o bebe juntamente com toda a água do banho. Não aprendemos a separar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por que temos de colocar tudo num único balde e jogar fora... Por instantes, mudamos nossa vida. Aquilo tudo que era bonito, bom, belo, verdadeiro passa a ser terrível, falso, ilusório. Jogamos tudo fora - como dizia uma grande amiga - jogamos o bebe juntamente com toda a água do banho. Não aprendemos a separar. A ficar com o que é bom. Com o que conquistamos, com o que de fato nos pertence.</p>
<p>E tomamos essas decisões - com forte convicção - todo o tempo. O que mais me assusta é que, embora possamos nos imaginar 100% saudáveis e resolvidos, algumas vezes acabamos por agir contra a nossa vida. Fazemos escolhas erradas. Deixamos-nos levar por uma confusão de sentimentos e pensamentos - que não nos permitem raciocinar...</p>
<p>Então, não agimos de forma centrada, equilibrada. Reagimos - e aqui mora toda a diferença. Agir implica em decisão, planejamento, foco - implica em escolha. Reagir está ligado à emoção. E então estamos prontos para o BATEU-LEVOU... E, esse comportamento carregado de emoções, mágoas, ressentimento, infelizmente não agrega. Não catalisa. Não ajuda...</p>
<p>Ao contrário: separa, afasta, nos mantém sós no nosso mundo, com nossas crenças errôneas e certezas... Reagimos sempre assim - como quem nada quer? Não. Isso não acontece todo o tempo. É mais possível quando estamos distraídos. Quando não esperamos aquela atitude do outro. Quando, desprevenidos, nos deixamos apegar noo que temos de pior...</p>
<p>E então: problema a vista... Aquele outro - ou aquela relação - que eram nota 10, que estava no ápice, de repente, se torna a pior.</p>
<p>É! Você pode até não se lembrar da última vez em que teve uma reação emocional e pôs tudo a perder: uma negociação, uma relação, um sei lá o que... Mas se parar por um instante - ah! - vai se lembrar... Todo ser humano tem mesmo um lado mais infantil. Aquele que ainda não está amadurecido. Não se desenvolveu e, então - por uma questão até de foco - o deixamos de lado.</p>
<p>A questão é que somos um todo. E, embora possamos lidar bem com os negócios, com a família, com os amigos, se não nos acertarmos no emocional - nas relações amorosas -, é possível que deixemos também de lado algumas possibilidades de confronto e transformação.</p>
<p>O outro, afinal, nos faz olhar para dentro. Para o que gostamos e não gostamos em nós. E, verdadeiramente, CRESCER DÓI! Talvez por isso muitos escolham permanecer sós - sem confronto, sem o outro. Perdem, no entanto, paz, aconchego, diversão, cumplicidade - a relação...</p>
<p>Essa como sempre é uma escolha. O que é preciso saber é que toda relação tem pontos POSITIVOS E NEGATIVOS. Não há qualquer relação que não nos faça aprender algo. Por isso, se sua relação chegou ao fim, não jogue tudo fora. Não pense que não serviu para nada. Que foi uma TOTAL PERDA DE TEMPO! Isso não existe.</p>
<p>Enquanto estivermos vivendo, vamos estar no caminho da transformação, do aprendizado, da mudança. E é bom que seja dessa forma. Vai doer mas vai passar. Afinal, queremos deixar tudo isso de outra maneira. Levar conosco sensações, emoções e tudo o que vivemos de bom e que pode já ter passado...</p>
<p>O que ficou de negativo - bem, isso também pode ser considerado como etapa. Tudo o que precisávamos para soltar as amarras, deixar de lado as mordaças, crescer... A vida - por fim - continua. E com ela tudo o que pudermos trazer para nossa evolução. O outro ou os outros vêm e vão. E esse desprendimento também deve fazer parte. Só o que conta é o que nos deixaram de bom, momentos, sensações, experiência... O "resto" - bem isso sim podemos jogar com a água...</p>
<p><em>Sanda Maia é autora dos livros </em>Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno<em> e </em>Coisas do Amor.<em> </em><em>As perguntas enviadas para a autora serão respondidas na forma de novos posts ou de artigos publicados neste espaço.</em></p>
<p><em>Mais informações sobre a autora no </em><a href="http://www.sandramaia.com"><em>www.sandramaia.com</em></a><em> </em></p>
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