Diamante ou Café na Cama?
Por Sandra Maia
Hoje pela manhã ouvi de uma amiga que um diamante ou um café na cama têm, para as mulheres, o mesmo peso… O carinho, a atitude, o amor em cada e em todos os momentos fazem toda a diferença.
Então, fica aqui um convite à reflexão aos homens… Nem sempre o que queremos está ligado a bens materiais, a dinheiro, a posse. Na grande maioria das vezes, só o que basta é um olhar, um tempo, uma palavra.
É, nós mulheres – diria uma boa parcela de nós – somos movidas a emoção. Somos totalmente coração. Queremos acreditar no outro, no amor, na relação – mesmo que de um jeito meio atabalhoado, ainda assim, queremos acreditar. Queremos amar e ser amadas. Queremos contar. Fazer diferença. Queremos ser a NÚMERO 1 – aquela! A escolhida, a que conta.
Então – DIA DOS NAMORADOS, 1º ANO DA RELAÇÃO, ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO, etc, etc, têm o mesmo peso para homens e mulheres? NÃO! Lembre-se: o que nos faz mover nem sempre tem lógica…
Então, precisamos ser premiadas todo o tempo para entender o amor do outro? Talvez! Adoramos ser cortejadas, reconhecidas, gostamos de ser mimadas, acalentadas. Queremos ser mais, melhor. Queremos que o outro nos faça sentir essa preferência, essa consideração.
Devemos ou não celebrar todas essas datas? Talvez sim! Talvez para algumas relações esse ainda seja o indicador de que tudo vai bem… Que um se preocupa e quer encantar o outro durante uma vida…
Você já viu uma criança que ganha um doce? É o mesmo! Queremos ser lembradas, queremos ser reconhecidas, queremos – em alguns momentos – medalha. Veja bem: em alguns momentos! Até porque viver essa loucura todo o tempo mata! Cansa! Desanima…
Esse bem querer, essa ternura, esse amor precisa durar para sempre? Não. Senão fica tudo muito pesado. Ao final, o SEMPRE SEMPRE ACABA… Então, o que importa é o conjunto de atitudes, os detalhes, o dia-a-dia – é isso que faz a relação… A relação que floresce, cresce, rejuvenesce… O tempo que vai durar? Bem, isso é conseqüência.
A principal regra disso tudo é saber que primeiro SOMOS DIFERENTES! HOMENS E MULHERES. Agimos e pensamos de forma diferente. Amamos – de formas distintas. Isso é normal e diria até complementar.
A questão é que, se percebemos isso como uma possibilidade de crescimento ,ok – está tudo bem. Se não entendemos essa questão, vamos passar a vida numa competição a dois – que não leva a lugar nenhum.
A pergunta aqui é qual a intenção?
Estamos fazendo porque nos dá prazer? Fazemos porque é bom dar prazer para o outro? Estamos preocupados no que o outro vai pensar de nós? Fazemos porque todos fazem iguais? Agimos como se espera de um ou outro? O que queremos? O que precisamos? Que intenção colocamos nas nossas atitudes? Amor? Guerra? Paz? Competição? Cooperação? Qual será a escolha?
Isso faz toda a diferença… Se estivermos com o outro para provar algo a nós ou ao mundo que podemos, problema à vista… Não precisamos provar nada para ninguém. Não precisamos de nenhum outro para ser melhor. Não precisamos sair por aí desfilando com um anel novo depois do Dia dos Namorados ou do nosso aniversário para saber que somos amadas.
De verdade não precisamos de muito para saber se o outro está ou não conosco. Se estamos ou não com o outro… A vida, a relação, as jóias, os presentes – tudo passa. O que fica, o que levamos conosco, é mesmo o que sentimos e vivemos. E isso tudo – vale fixar – não tem preço.
Não estamos à venda, o outro não está à venda. Uma relação com base no QUAL É O SEU PREÇO tem um custo altíssimo… Fica por isso aqui o convite: se quiser fazer algo para o seu bem amado faça por que te faz bem. Receba por que é bom.
No mais, viva a vida. Seja feliz. Faça o outro feliz. Escolhas, sempre escolhas.
Sanda Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com
Casar é a solução.
Por Sandra Maia
Às vezes me pergunto por que passamos parte da nossa vida fazendo tudo às pressas, tudo correndo... Outras, quero compreender por que nos permitimos, por exemplo, gastar nosso tempo, nossa vida com coisas que não têm solução, não fazem sentido.
A vida é rara, as relações um presente divino. Então, fica a questão: porque não conseguimos viver o que estamos vivendo? Porque deixamos tudo explodir para consagrar nosso sentimento de vítimas? Muitos vão responder: “Não dá tempo! Tenho muito a fazer!”. Eles fogem do que poderia ser uma aventura: simplesmente viver.
Ficam até tarde no que chamam de trabalho. Empregam a maior parte da vida tentando solucionar o que não tem solução. Nesse sentido, não é a questão do quanto trabalham e sim do como trabalham. Estão todos anestesiados. Vivem com uma visão deturpada e quase sempre se pensam “casados” com a empresa. Enfim, isso não existe.
O que é real são pessoas acordadas, comprometidas com sua eficácia, seu sucesso, sua presença... O resto... O resto é bobagem. Assim também acontece nas relações. Queremos viver tudo de uma única vez, numa única noite, numa única comemoração?!
Talvez por isso vamos encontrar tantos amigos frustrados, revoltados, chateados com seu parceiro, com a vida, com o relacionamento...
Um amigo, outro dia, estava descrente de tudo. Havia passado meses programando a festa de aniversário de dez anos de casamento. Fez tudo – ou melhor – fez muito mais do que deveria para que desse certo... E para que tudo saísse bem, acabou por ficar seis meses ausente da relação e ocupado demais com a comemoração... O problema é que quando o grande dia chegou nada foi como havia planejado... Suas expectativas estavam muito além do possível e sua parceira ainda magoada com o descaso dos meses anteriores
Estar casado é mais que uma sucessão de eventos. Demanda presença, cuidado, aliança. E, infelizmente, a urgência cega. Muitos se casam sem saber exatamente o significado da decisão, da escolha . Precisam resolver um algo que , na maioria das vezes , não tem nada a ver como parceiro.
Decidem e vão para o altar – sem nem mesmo ter estressado a discussão sobre as coisas que contam.: Vão ter filhos, isto é querem ter filhos? Vão trabalhar – ambos? Como serão rateadas as despesas? Os amigos comuns e os amigos pessoais cabem na relação? A casa – como será, quem cuidará das tarefas do dia-a-dia? Quem se encarregará das contas, do cachorro, do gato? E quando as crianças chegarem – quem fará o quê? Estarão preparados?
De fato, nunca vamos estar totalmente prontos para uma relação – seja profissional, pessoal ou familiar. Mas não podemos perder de vista que as relações estão lá para nos tornarmos melhores e não piores. Tudo o que se relaciona a uma união – quer dizer a uma escolha, a um compromisso, ao respeito por si mesmo e pelo outro, precisa ser para o que é verdadeiro e bom.
A arte de amar, relacionar-se, comprometer-se, envolver-se com outro não deve ter um peso maior que a vida ou a evolução do ser. A vida é para ser vivida. É nossa para fazermos tudo de bom, de belo e verdadeiro. Os outros, o planeta, as relações ficarão sempre mais possíveis quando isso for claro.
Sanda Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você – Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com
Agenda Oculta! Você tem uma?
Por Sandra Maia
Para aqueles que ainda acreditam que um dia vão descobrir tudo, tudo o que está no coração e na cabeça do outro, fica aqui uma reflexão. Desista! Isso não vai acontecer!
Na maioria das vezes não sabemos nem o que vai na nossa cabeça e coração, o que dirá na do outro...
O que podemos fazer é ficar atentos e presentes durante toda a relação. Confrontar, dialogar, conversar, trocar, e, então a partir daí, talvez, aprender a conhecer um pouco mais desse outro e, de nós. Afinal, é também a partir do outro que conseguimos nos ouvir.
Se isso bastasse estaria tudo bem! Mas não basta. Nós precisamos querer mostrar. Precisamos querer trocar. Precisamos escolher ficar na relação. Amar ao outro. Amar a nós mesmos.
Imagine você a cena:
- Odeio quando o outro chega em casa e vai jogando tudo pelos cantos. Sapatos, cinto, carteira, gravata - cada coisa em um canto da casa. Como se não fosse ainda o suficiente para me irritar e acabar com minha noite, ele se esparrama pelo sofá, liga a televisão e, esquece da vida. Agora, se você pensa que eu vou reclamar, falar, me expor para ser a chata da relação, ledo engado. Não falo nada. Fico calada. Entro em casa, dou uma olhada geral, domino a raiva e, emburrada, vou para a cozinha preparar algo para o jantar. Não dou espaço para o diálogo. Não dou espaço para o amor. Não dou espaço para nada. Ele tem que acordar. Tem que me ajudar. Não perdoo, não aceito, não entendo. Como? Como ele pode ser tão bagunceiro, insensível, desorganizado, etc., etc..
Cenas como essa acontecem a todo instante nas nossas relações. Não conseguimos falar e nem, por um momento, usar de empatia. Não queremos saber do outro, não queremos saber de nada. Só damos conta da nossa sensação de impotência. Só damos conta do quão difícil é conviver com o outro.
E então, julgamos, não perdoamos: condenamos.
Pois é! Parte disso é a agenda oculta. Não falo o que quero, como quero, quando e porque quero e, imagino que o outro advinhe e me atenda. Não abro o que sinto e penso e, imagino que o outro tem obrigação de inferir e mudar. Transformar-se para me agradar.
Isso também não acontece. O outro não vai mudar para nos agradar. Até por que se fizer isso, não sustenta. A mudança é sempre de dentro para fora. E, só nos transformamos quando decidimos por isso. Porque queremos, não porque o outro mandou.
Bem, partindo então do pressuposto que todos, um ou outro dia, agimos com a agenda oculta, seja para questões pequenas como arrumação da casa, divisão de despesas, escolha do restaurante para jantar, escolha do filme ou teatro no fim de semana, férias do casal etc., imagine o que fazemos quando o assunto tem uma complexidade maior como: educação dos filhos, finanças, traição, etc. É tudo muito pior...
Intimidade, cumplicidade, relacionamento é por isso construído dia a dia. Não dá para passar por cima do que incomoda sem negociar, colocar para fora, e por que não acabar por rir da situação.
Essa é a única forma de manter a relação possível e saudável. Fica então o convite a vocês. Se há algo que incomoda, dialoguem. Se não conseguem fazer isso, busquem ajuda. Façam terapia, direcionamento espiritual, grupos, façam algum movimento.
As questões da vida a dois são muito mais fácilmente tratadas quando ainda não viraram um "cancer". Cuide da sua relacão. Cuide de você e do outro. Faça o que for preciso para que possam crescer e evoluir no amor.
A vida agradece.
Quando estiver emburrada, enfezada, triste sem saber porquê, pare, respire, abra o diálogo e aos poucos, saia desse estado que tanto faz mal. Faz mal para você, para o outro, para o relacionamento.
Boa semana.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Dúvidas sobre relacionamentos? Envie para sandramaia@coisasdoamor.com.br que elas poderão ser comentadas aqui no blog.
Você pode também ler outros artigos de Sandra Maia no link - http://br.mulher.yahoo.com/blogs/amoreoutrascoisas/
Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com
Como salvar seu casamento?
Por Sandra Maia
As estatísticas mundiais não são boas. Na média, 50% dos atuais casamentos terminam em divórcio. No Brasil, cai, ano a ano, o índice de casamentos entre solteiros, cresce o número de casamentos entre divorciados e, também, o número de divórcios. O IBGE revelou que a taxa de divórcio atingiu, no país, em 2010, o seu maior valor, nos últimos 26 anos: 1,8‰ (1,8 divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou mais), um acréscimo de 36,8% em relação a 2009. Leia mais...
O que faz você me amar todos os dias?
Por Sandra Maia
Quem pode responder: O que faz o outro acordar todos os dias e nos amar? Fico aqui me perguntando por que tanto ciúme, tanta insegurança, tanta besteira quando a escolha deveria ser por amor, relaxamento, felicidade.
Recebo inúmeros e-mails de leitores que querem a todo custo saber o que vai na cabeça e no coração do outro.
Passam seus dias a inquirir e perguntar a estes – VOCÊ ME AMA? VOCÊ ME AMA? VOCÊ ME AMA? Como se só uma resposta mágica do tipo EU TAMBÉM TE AMO resolvesse todos os problemas da relação.
Se só saber e conhecer o que vai na cabeça do outro bastasse, mas não!
Se pudéssemos paramos por um instante, iríamos perceber que é difícil até para nós, saber o que vai na nossa cabeça e no coração. Somos humanos, temos dúvidas. E, são estas que nos fazem sentir a culpa, o medo, o amor, a raiva, a felicidade, a insegurança, etc., etc..
Então sabendo que para amar o outro é preciso antes se amar a quantas anda essa sua relação consigo mesmo? A quantas anda seu amor próprio, sua autoestima, seus sonhos, seus planos, seu desenvolvimento físico, mental e espiritual? Como andam suas emoções, suas questões emocionais? Como anda você?
Pois é, o convite para uma vida mais saudável é: MUDE A PERGUNTA. Por que não? Por que não respirar, parar e pensar no que podemos fazer para ser mais felizes?
Não, meu caro leitor, isso não é egoísmo. Isso é também amor.
Afinal, quanto melhor estivermos, mais seremos atraentes. E talvez aí possamos responder à pergunta inicial: O que faz o outro acordar todos os dias e nos amar?
O que o faz nos escolher? O que o faz ser nosso?
Responda a essas questões. Responda com seu parceiro essa questão. Pergunte a ele o que o faz acordar todos os dias e lhe escolher de novo. Esse exercício, tenho certeza, fará sua relação muito mais divertida e, por que não, possível!
Ao longo do tempo vamos deixando de lado o que nos fez apaixonar, o que nos torna apaixonantes. Fica então o chamado para a reflexão: não se abandone, não abandone a relação, não desista de você nem do outro. Ao contrário, faça o que estiver a seu alcance para ser e tornar-se ainda melhor.
A vida, a relação, o outro, os outros, todos agradecem. É sim com o nosso melhor que recebemos o melhor do outro.
Boa semana.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Dúvidas sobre relacionamentos? Envie para sandramaia@coisasdoamor.com.br que elas poderão ser comentadas aqui no blog.
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Férias do Casamento!
Por Sandra Maia
Por que não?
Você já pensou em trabalhar por anos a fio, sem férias? Você já se imaginou, tendo que produzir, dar resultados e, permanecer lá, todos os dias da sua vida?
Pois é, quando pensamos assim sentimo-nos aprisionados, seguros, mas, ao mesmo tempo, sufocados. Tudo fica pesado. Tudo fica quase impossível. E, então, fugimos, nos demitimos, nos desligamos.
Ano Sabático
Essa é uma possibilidade, a outra, bem, a outra é você sair para um ano sabático ou sair para um mês de férias e, então, nesse repensar, retornar renovado.
O mesmo acontece também no casamento. Por que não Férias? Por que não aventar a possibilidade, ao invés de esperar a casa cair, pedir um tempo?
Melhor, se essa for uma decisão do casal.
Quando os dois decidem que precisam respirar, precisam de um tempo para se reencontrar, para recomeçar, negociem.
Quando o diálogo franco e o desejo de construir imperam, tudo é possível.
Essa pode ser uma boa oportunidade, afim de que você aproveite para pensar o que pode fazer para transformar a relação de uma forma ainda mais positiva.
Não pense, por isso, em divórcio, em separação, não pense em romper. Pense que pode ser um período de férias, importante para a vida a dois.
Aproveite, então, os momentos em que decidirem ficar juntos para encontrar formas de tornar a relação mais forte.
Esse “tempo” afinal, pode servir para isso! Não pense em separação, mas, sim, em um momento de reflexão. Viva cada segundo desse tempo distante, para retomar sonhos, planos, projetos individuais e do casal.
Você verá que essa pode ser uma excelente oportunidade para crescer mutuamente.
Nesse período de “férias”, não coloque ninguém na sua vida. Não se envolva com um terceiro ou com qualquer coisa que lhe tire o foco. Não mude as regras do relacionamento, vocês sairão fortalecidos, quando tudo terminar.
Boa semana.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
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O que faz o outro acordar todos os dias e nos amar?
Por Sandra Maia
Quem pode responder: O que faz o outro acordar todos os dias e nos amar? Fico aqui me perguntando por que tanto ciúme, tanta insegurança, tanta besteira quando a escolha deveria ser por amor, relaxamento, felicidade.
Recebo inúmeros e-mails de leitores que querem a todo custo saber o que vai na cabeça e no coração do outro.
Passam seus dias a inquirir e perguntar a estes – VOCÊ ME AMA? VOCÊ ME AMA? VOCÊ ME AMA? Como se só uma resposta mágica do tipo EU TAMBÉM TE AMO resolvesse todos os problemas da relação.
Se só saber e conhecer o que vai na cabeça do outro bastasse, mas não!
Se pudéssemos paramos por um instante, iríamos perceber que é difícil até para nós, saber o que vai na nossa cabeça e no coração. Somos humanos, temos dúvidas. E, são estas que nos fazem sentir a culpa, o medo, o amor, a raiva, a felicidade, a insegurança, etc., etc..
Então sabendo que para amar o outro é preciso antes se amar a quantas anda essa sua relação consigo mesmo? A quantas anda seu amor próprio, sua autoestima, seus sonhos, seus planos, seu desenvolvimento físico, mental e espiritual? Como andam suas emoções, suas questões emocionais? Como anda você?
Pois é, o convite para uma vida mais saudável é: MUDE A PERGUNTA. Por que não? Por que não respirar, parar e pensar no que podemos fazer para ser mais felizes?
Não, meu caro leitor, isso não é egoísmo. Isso é também amor.
Afinal, quanto melhor estivermos, mais seremos atraentes. E talvez aí possamos responder à pergunta inicial: O que faz o outro acordar todos os dias e nos amar?
O que o faz nos escolher? O que o faz ser nosso?
Responda a essas questões. Responda com seu parceiro essa questão. Pergunte a ele o que o faz acordar todos os dias e lhe escolher de novo. Esse exercício, tenho certeza, fará sua relação muito mais divertida e, por que não, possível!
Ao longo do tempo vamos deixando de lado o que nos fez apaixonar, o que nos torna apaixonantes. Fica então o chamado para a reflexão: não se abandone, não abandone a relação, não desista de você nem do outro. Ao contrário, faça o que estiver a seu alcance para ser e tornar-se ainda melhor.
A vida, a relação, o outro, os outros, todos agradecem. É sim com o nosso melhor que recebemos o melhor do outro.
Boa semana.
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Relacionamento é puro movimento.
Por Sandra Maia
Você já ouviu falar de dinâmicas humanas? Leia então o livro de Sandra Seagal que apresenta, a partir de análise comportamental, nove tipos de personalidade. É interessante acompanhar o raciocínio e, identificar os amigos nas dinâmicas diferentes entre si. Ajuda-nos a compreender a dificuldade de interagir e, aceitar a maneira como cada um recebe e processa as informações que lhes chegam.
Tudo no livro gira em torno do “quem somos nós e quem é esse outro que está conosco, do nosso lado?”.
Será que perguntamos o suficiente? Será que prestamos atenção ao que estamos vivendo? Será que nos olhamos o bastante para saber o que vai dentro de nós? O que queremos, com o que sonhamos?
E, mais, será que olhamos para o outro, perguntamos, ouvimos, compreendemos? Será que estamos abertos para tal?
Difícil?! Pois é, difícil mesmo manter uma relação assim com dois diferentes. A questão é: se pudéssemos deixar nosso ego de lado e, mais, abrir mão desse nosso “querer tudo do nosso jeito”, talvez o outro pudesse encontrar espaço para se expressar, no seu tempo e ritmo.
O nosso “eu” é mesmo importante. Mas, quando escolhemos a vida a dois, há que ter espaço para dois “eu”, e então pode estar formada a confusão. Quando nos achamos mais, seja mais necessitados, mais desejosos, seja mais fogosos, mais tiramos do outro qualquer possibilidade de se mostrar. Com o tempo, a pressão, a relação, tudo se torna insuportável para um e outro – para o que pede demais e para o que se esquiva demais. Por isso, fica aqui o convite. Para conquistar espaço, é preciso dar espaço. Para receber amor, é preciso dar e saber respeitar o outro.
Não é positivo querer do outro o que este não tem para dar, e isso não quer dizer que não tenha amor – só quer dizer que seu ritmo é diferente. Só para registrar: não estou aqui falando de pessoas que dão migalhas para diversas outras simultaneamente. Não estou aqui falando de pessoas que não amam e que tiram do outro a paz de espírito. Não estou falando de pessoas que estão juntas por qualquer motivo que não o amor, que não a escolha, o compromisso, o envolvimento.
Talvez por isso seja melhor para os melosos envolver-se com melosos. Para os mais retidos, com os mais introspectivos, e assim por diante. Agora, se na sua relação já está tudo misturado, que tal então fazer limonada do limão!? Aprender a ouvir e compreender a si mesmo e ao outro pode ser um bom começo. Aprender a ouvir e a falar, um bom passo.
Afinal, relacionamento é movimento. Há que ter espaço para um e outro – em liberdade – amar a seu modo. Viver a seu modo. Quando juntos, tudo fica mais natural à medida que aceitamos que o objetivo maior é evoluir, crescer, amadurecer... O resto, o resto aprendemos no dia a dia. Um passo de cada vez.
Pense nisso!
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
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Amor é movimento…
Por Sandra Maia
Leia com seu companheiro o artigo que publiquei no Site do Yahoo - AMOR E OUTRAS COISAS.
Você vai ampliar sua visão de amar! Clique no link abaixo e leia.
Boa semana.
Sandra Maia
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
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Ele (a) me magoou!
Por Sandra Maia
Então! Leia esse artigo com seu companheiro (a). A idéia é mostrar a vocês que perdoar, perdoar muitas vezes faz toda a diferença. Precisamos aprender, como afirma um filósofo, a dar de ombros. A dizer de coração: Ora, tudo bem! E, deixar tudo passar. Esquecer, seguir em frente.
Por quê?
Bem, por que só quem pode magoa-lo (lá) é quem está a seu lado. O padeiro, o açougueiro, o dono do lava-rápido, o guarda de trânsito, esses todos, podem te chatear e é só.
Já seu companheiro (a), seu irmão, sua irmã, seus pais, seu chefe, seu colega de trabalho, seus amigos, todos os que estão perto, bem, estes em algum momento irão magoar você, mesmo que não queiram. Estão afinal muito próximos. Conhecem seus defeitos, suas limitações, suas lutas e vitórias. E, como você, também têm seus dias ruins. Também têm suas questões. E, por algum motivo, você estará lá, à frente dele (a) num desses momentos tristes e... problema!
Por isso, fica aqui o convite. Menos. Muito menos! Não se deixe magoar. Não se deixe marcar por esse sentimento que faz tanto mal.
De fato, precisamos compreender que o ser humano é imperfeito. Erra.Nós também o somos e erramos. Por vezes somos injustos. Por vezes julgamos. A questão é, precisamos aprender a serenar. A deixar o que é ruim passar. A não ressentir, não remoer, não entrar em uma sintonia com base no negativo do tipo:
Estão os dois discutindo o programa do fim de semana e, de repente, do nada, o outro (a) sai com a máxima - MAS, DAQUELA VEZ VOCÊ .... Isso não funciona. Erro passado é erro velho.
Vamos deixar prá lá. Que vocês possam no seu caminhar cometer outros erros. Erros novos. Erros para serem também perdoados e usados como degrau para o amadurecimento do casal. E, não para as brigas eternas...
No mais, sejam felizes! A vida, a relação, os outros tudo agradece. Viver em harmonia é mesmo uma Arte. Uma Arte para aqueles que decidem, escolhem pelo amor. Priorizam a relação.
Fácil? Não meu caro leitor (a). Não é nada fácil. É sim, uma escolha!
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
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