Um terceiro é a saída? História da Joyce…
Por Sandra Maia
Antes de terminar a semana fica aqui para seus comentários a história da Joyce. Ela nos traz algo que é de fato, complexo. Buscar, fora da relação a dois, a solução para os problemas do casal. Dá certo? Temo que não. A única ajuda que contribui para a possível retomada da relação, do diálogo, do confronto é terapia de casal ou ainda, busca de direcionamento espiritual para os casados... Tudo o mais, além do abrir o diálogo entre as partes, pode atrapalhar mais do que ajudar...
Buscar reforço, dar espaço para relações extra-conjugais, traições, etc. é uma possibilidade, mas que deixa tantas marcas em um e outro que, o caminho para a dissolução da união fica, por vezes, premente. Por isso, por que não, tentar consertar o que está quebrado antes de partir para outra relação? Por que não tentar compreender a nossa parcela de culpa antes de atacar o outro? Por que não resgatar nossa auto-estima, resgatar nosso Ser e, dar espaço para que o outro faça o mesmo, antes de sair por aí a busca de "reforço"? Por que não, acreditar no amor? No que fez a união possível? Por que não apostar em nós?
Enfim, veja o que a Joyce relata, a partir da leitura do artigo Ela me disse que se envolveu com outro...
"...Vivi exatamente essa situação descrita e hoje, admito, ficaram sequelas... Tudo começou porque recebi um telefonema de uma moça que sabia muitas coisas da minha vida, mas não disse quem era. Fiquei muito desconfiada e me deixei envolver com outra pessoa. Nada avançou além de conversas, telefonemas e torpedos, até que eu mesma contei ao meu marido. Contei também do tal telefonema e ele - como eles sempre fazem - desconversou, disse que não sabia quem era, essas coisas... Foi uma situação muito ruim para TODOS os envolvidos.... Meu marido perdeu um pouco a confiança; eu acho que exagerei na dose e sei que mexi de certa forma com essa outra pessoa e causei até briga entre ele e a namorada por causa de um torpedo que ela pegou. O que ficou em mim foi a vergonha... Realmente foi bom sentir-me desejada, paparicada, mas o estrago depois não faz compensar o crime.... A chave para resolver todos os conflitos a dois é realmente o diálogo franco e aberto. Atitudes mal pensadas podem ter consequências por muito tempo..."
Qual a melhor forma de dizer: EU TE AMO?
Por Sandra Maia
Veja o que as nossas leitoras premiadas pensam a respeito.
Há é claro inúmeras possibilidades para dizer EU TE AMO e, abaixo seguem algumas delas... Espero que possam te inspirar.
1. Enviar uma carta para o namorado escrita apenas: OLHE PARA O CÉU! aí quando ele olhasse, haveria um avião com uma enorme faixa: AMOR, EU AMO VOCÊ!
2. Ir a um programa de TV contar sua história de amor e, ser surpreendida com seu namorado, que seria chamado por telefone, aparecer ao vivo com um EU TE AMO nos lábios. Inesquecível...
3. Colocar num painel de estrada, por onde ele passa todos os dias, EU TE AMO! Isso com certeza iria surprendê-lo!
4. Em uma viagem de férias, escrever na areia branquinha da praia EU TE AMO com várias rosas vermelhas. E, convida-lo a caminhar na praia...
5. Em uma viagem de trem, cobrir-me de rosas vermelhas e dizer a ele TE AMO.
E você leitor, qual a forma inusitada de dizer EU TE AMO?
Escreva-nos para que possamos inspirar outros leitores. Até breve. Boa semana.
Lição de amor, por Rejane
Por Sandra Maia
Olá Sandra Maia.
Estava, como de costume, lendo as colunas do YAHOO!, quando cliquei na sua, no link Comportamento.
Muito me chamou a atenção o título: “Por que tantos casamentos acabam?” e resolvi atender o pedido deixado ao fim do texto, opinando a respeito.
Antes de saber por que algo acaba, é preciso conhecer sua origem. Concorda?
O primeiro livro publicado que abordou o tema casamento e seus princípios se chama Bíblia Sagrada e, o primeiro colunista que ecreveu sobre essa instituição foi Deus.
Não adianta “o mundo”, as pessoas, os jornalistas, os crentes, os católicos, os mórmons e sua prática poligâmica, ou os mais bem conceituados antropólogos tentarem descobrir coisas sobre Deus e Sua criação em livros de auto ajuda ou dentro de suas mentes. As respostas estão na Letra de Deus, que é a Bíblia.
Somos seres pensantes sim e temos raciocínio lógico e inteligente para dicernir o bem e o mal, o certo e o errado, em contrapartida, nada podemos fazer sem Deus.
Deus é o “inventor” do casamento. Quem lida com artesanato, construção civil, arquitetura ou trabalhos manuais de um modo geral, pode entender melhor essa visão: o que constrói uma casa (ou qualquer outro objeto ou estrutura) sabe exatamente o que fazer com ela ou em relação a ela para que seja bem conservada. Bem como o criador do casamento (e de suas partes principais que são um homem e uma mulher), sabe o que fazer com ele ou em relação a ele para que seja bem conservado. Vai muito além de teoria profissional, relaciona princípio. Passemos então à prática.
A Bíblia diz que quando duas pessoas se casam, quem está unido-as não é a autoridade religiosa escolhida pelo casal, mas sim, o próprio Deus. A aliança, seja ela cara ou barata, de ouro amarelo, branco, rosa, enfim... Ela não vale muito se quem a coloca no dedo do outro e se permite usar, não se lembrar de que aliança maior estão fazendo no mundo espiritual. São um só à partir de então.
A Bíblia também diz que o marido respeite sua esposa e a ame como Cristo amou a igreja e define: “dando sua vida por ela!”. E, que a esposa seja submissa ao seu marido, pois ele, diz a Bíblia, é sua “cabeça” e sacerdote de seu lar.
Inclusive, você foi muito pertinente ao dizer que um dos pontos mais abordados para entender essa questão é a inversão de papéis. Mas, quanto à falta de diálogo, ela é só mais uma consequência vivida por quem diz ‘não’ aos princípios bíblicos. Um homem que respeita sua esposa e a ama como se deve, não vai ter problemas em ouví-la. Uma mulher submissa ao seu marido, tampouco. Se formos à origem do problema, constataremos que ele está diretamente ligado à lei de Deus, que é perfeita. Quando nos dispomos a obedecê-la, o resto nos vem em acréscimo. Como um prédio, que, para que seja construída uma linda cobertura no seu mais alto ponto, necessita uma boa base.
Falando de base, me vem à mente o namoro. Chega ser uma piada achar que algum casamento pode ser bem sucedido tendo como base os namoros de hoje em dia. Ao contrário do que você escreveu (se é que entendi corretamente) essa não é uma fase de intimidade e sim de conhecimento. Não é fase de se descobrir totalmente ou desnudar a essência ao outro (muito menos o corpo), mas sim, saber os princípios, valores, sonhos, gostos... Sim, concordo com você nesse ponto. Essas coisas não devem ser deixadas de lado, nunca! Acontece que aquela falta de segredo implacável que passa a existir no casamento, tem iniciado no namoro. Resultado: casamentos desgastados, sem estrutura ou qualquer tolerância entre o casal. Já viveram tudo o que tinham pra viver, e já descobriram os segredos mais profundos um do outro, deixando de lado o básico necessário. O que mudou então ao se casarem? Só as contas a pagar. E isso não é nada enca ntador...
Ao se casarem, sabem todos os pontos sensíveis no corpo um do outro, mas não sabem sequer a comida preferida dele (a), o que mais gostam de fazer no tempo livre, o tipo de filme que gostam, ou simplesmente o pensamento um do outro em relação ao que estão prestes a assumir... Não têm noção do comportamento um do outro numa situação de dificuldade ou crise... Nunca falaram sobre isso, nunca falaram sobre nada realmente relevante para duas pessoas que pretendem se casar... O que ajudaria a construir um casamento cheio de carinho, respeito, agrado mútuo e tranquilidade está fora do seu conhecimento.
Isso sem contar os que já vivem um namoro, além de “avançado”, cheio de todo tipo de deslealdade, traições, enganos, agressões e ainda arriscam nessa “aventura” (nesse caso infelizmente, o casamento pode ser definido assim) com essa mesma pessoa com quem já passaram por tantos tormentos...
Pra começar, hoje em dia, poucas pessoas namoram pra casar. Pra muitos, o namoro é um “hobby”, um passar de tempo. A menina, no caso de viver um namoro com esse “valor”, casa-se com esse sujeito depois de “200 anos” de namoro, esperando que ele tenha algum compromisso com ela ou com a família que constituíram. Impossível!
Fato é que, Deus deve ser o centro da nossa vida e, relacionamento faz parte dela. Se entregarmos tudo a Ele, se apresentarmos a Ele tudo e todos à nossa volta, se ouvirmos a Sua voz e obedecer, teremos o melhor que esse muno pode oferecer. No que tange à relações, profissão, vida acadêmica e sonhos pessoais de um modo geral.
É bem verdade que um dos motivos pelo qual os casamentos acabam em um amontoado de papéis e dois advogados de forças iguais e contrárias é que “um dos parceiros assumem o papel de super...”, quando o Super no coração de cada um deveria ser Jesus Cristo. Ele que foi o Super Homem, Super Filho, Super Servo, Super Senhor, Super Consolador e mais tantos nomes relativos a tantas funções que Ele excelentemente desempenhou e ainda desempenha através do Seu Espírito Santo que vive no meio de nós.
Em síntese, casamento acaba porque o Autor dele não é lembrado no ato de seu fundamento, nem no decorrer de sua rotina.
Contrapor teoricamente é fácil, o grande desafio é fazer a tal escolha e constatar essa linda realidade.
-Rejane Carla de Oliveira-
- "Quem tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado que um irmão" -
Pr 18:24
História da Yasmin…
Por Sandra Maia
História da Mary… uma história de superação…
Por Sandra Maia
“Eu nasci em uma família que valorizava muito o dinheiro e não seguia nenhuma religião. Ela afirmava que a pessoa vale pelo que ela tem no bolso. Perdi minha mãe com 3 anos de idade, e vivi com mais três irmãs, de 2, 5 e 7 anos, respectivamente. Nós fomos morar com a avó materna, e nessa época meu pai, que estava envolvido com algumas coisas erradas, foi preso. Durante minha infância, por algum tempo, tive de levar comida para ele na cadeia, pois para nós ele era maravilhoso -- e não há criança que fale mal do próprio pai. Certo dia, um advogado disse ao meu avô que seria melhor que ele fugisse da cadeia, porque os crimes que ele cometera não permitiriam que ele saísse de lá. Meu avô concordou, pagou o advogado, que conseguiu sua liberdade. Meu pai, então, fugiu para o estado do Acre e lá comprou um sítio, no qual passou grande parte da vida. Depois de muitos anos, ele voltou para morrer; de acordo com exames médicos, ele tinha problemas mentais.
Meus avós maternos eram extremamente católicos, e nós íamos passar férias na fazenda deles, que era próxima de nossa casa, a mais ou menos três horas de carro. Quando estávamos na casa de meus avós, eles nos apresentavam como as filhas do assassino e citavam tudo de ruim que meu pai havia feito. Eu dizia para mim mesma: ‘Católica jamais serei na minha vida’. Eu tinha pavor de quem dizia que era católico.
Algum tempo depois, conheci meu marido, hoje falecido. Entre o namoro e o casamento, fiquei 29 anos e tive três filhos maravilhosos com ele, que conseguiram se formar em faculdade pública. O mais novo ainda faz faculdade e tem 20 anos de idade.
Meu marido dizia que era católico, mas não frequentava igreja alguma, e isso me deixava despreocupada. Minha preocupação, na verdade, era com que ele frequentasse a igraja.
Nós tínhamos uma vida boa, e ele como sempre era muito atencioso e se dedicava muito à família, apesar de seu temperamento difícil. Mas a atenção dele encobria o temperamento nervoso.
Continuamos vivendo até que, por duas vezes seguidas, bandidos o pegaram na garagem de casa e atiraram nele. A partir do segundo assalto, ele veio para a igreja e prostou-se diante do Santíssimo e ficou por umas horas, e daí para diante nunca mais saiu dela. Depois vieram os grupos de oração e os estudos bíblicos.
Para eu frequentar a igreja, houve muitas batalhas. No começo fiquei julgando as pessoas que a frequentavam, achando que elas eram iguais à minha família materna. Mas acabei me surpreendendo com a atenção delas e com as mudanças do meu marido. Ele fumava muito, era muito ansioso e bebia exageradamente praticamente todos os dias, e com a igraja ele foi parando com tudo, e a cada dia eu via uma mudança nele. Sempre que eu ouvia a palavra de Deus, entendia mais e me sentia melhor comigo mesma, e hoje sou apaixonada por Jesus e vejo as maravilhas que Ele fez e vai fazer em minha vida. Até o fato de eu ter vindo morar perto da igreja sem querer foi um plano de Deus, pois com certeza hoje seria impossível eu morar em casa, porque fico sozinha o dia inteiro. Atualmente, o centro de minha vida é Jesus, não sinto falta de nada, pois Ele me preenche por completo, e agradeço pelos anos que fiquei casada e pelas bênçãos nas nossas vidas.
Eu falo sempre em casa e com as pessoas que a melhor coisa que aconteceu comigo foi o chamado de Deus, agradeço a Ele constantemente por isso, não troco esse chamado por NADA, e, estando com Deus, consigo me relacionar melhor com meus filhos, amigos e parentes, porque Deus é amor, e quem está Nele entende melhor as pessoas em volta”.
Um abraço, Mari.




